quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

D. FLORA GIL E AS BOBAGENS DA "ZELITES" BRASILEIRAS

D. FLORA GIL: "AGORA VIROU MODA FALAR DE CRISE NO PAÍS". "NÃO DEIXARIA DE VOTAR NUM POLÍTICO QUE ADMIRO PORQUE ELE BATEU NA MULHER - Poderia a nobre esposa, do senhor Gilberto Gil, ficar só na primeira pérola. Afinal, a anfitriã de camarote, não viu minguar a frequência no seu espaço e não se pode esperar muito de uma pessoa cuja grande contribuição à nação, noves fora suas atividades como "esposa", é ser organizadora de camarote no Carnaval da Bahia. Mas a "promoter" de camarote, não se fez de rogada e, eleitora do Rio, disparou, sobre as críticas a Pedro Paulo, o candidato de Eduardo Paes, à sua sucessão: "Sou mulher (ah. bom) e nem poderia estar falando isso. Mas não deixaria de votar num político que admiro porque ele bateu na mulher. Eu pensaria melhor, (que bom D. Flora, pensando, hein, que legal) mas deixar de votar só por isso (só D. Flora?) acho simplório. Não tenho nada com isso, a mulher é dele". As pérolas, disparada por D. Flora, não disferem em nada, provavelmente, do que pensam as nobres elites do nosso amado Brasil. "A mulher é dele", pau nela, volta e meia deve estar precisando de um corretivo. "Crise"? Que crise? Meu camarote (pode ser qualquer outro negócio tão relevante quanto) está indo de vento em popa, o povo que se lixe ou coma brioches, como já sugeriu, em tempos idos, outra "primeira-dama". E no mais? No mais vamos mesmo pro buraco, na companhia do nosso simpático mosquito, que disputa as manchetes com as tolices das "zelites" e as macaquices dos... bom, deixa pra lá.