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AS TRÊS NARRATIVAS, RUINS, DA CRISE

Para “explicar” a crise e tentar arregimentar adeptos, as maiores correntes politicas do país oferecem três narrativas sem nenhuma proposta realista para o futuro ou indicação de rumos, centradas, todas três, na sobrevivência de curto ou- no máximo – de médio prazo. Duas dessas narrativas são praticamente idênticas. Fui condenado e/ou estou sendo processado sem provas, ao contrário do meu adversário, acusado/condenado com base em fatos robustos e verdadeiros. A diferença é um já estar condenado e outro, por enquanto, apenas processado. A terceira é da turma do PSDB, cujo presidente também está na mira da Justiça, que não sabe se fica ou sai do Governo e não oferece aos seus eleitores nenhuma leitura realista e do interesse da população/eleitorado para a crise. A vitimização esgrimida pelo PT e seus aliados é coerente com o momento, mas não pode estender-se ao infinito e além. Serve para energizar a militância, tentar despertar solidariedade, mas é um discurso da...

Por quanto tempo vc sobreviverá se não se adaptar as mudanças?

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Nos últimos anos foram muitas as mudanças que alteram nosso modo de vida e as relações de trabalho. (Aqui embaixo vai uma lista, bem pequena, só pra ilustrar). E vc tem prestado atenção ao que está acontecendo no mundo?   Vc realmente pensa que pode continuar a viver como vivia há 10 anos? J á se perguntou por quando tempo conseguirá sobreviver se não se adaptar?   Por quanto tempo seu emprego/trabalho na forma atual, vai durar? Depois de refletir um pouco sobre isso, você ainda quer viver como vivia há 10 anos? Melhor começar a se reinventar diariamente para continuar no jogo. O negócio é ir em frente . Não porque atrás vem gente, mas porque já tem muita gente na frente . E se você nem sabe o significado de boa parte dos nomes aí em negrito tem que se apressar ainda mais.  O Spotify praticamente faliu as gravadoras;  O Netflix faliu as locadoras; O Booking complicou a vida das agências de viagens;  O Google faliu a Listel, Páginas Ama...
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A ESQUERDA BRASILEIRA PRECISA APRENDER A PENSAR. Consegue reunir cerca de 30 mil "militantes" numa manifestação, mas entrega tudo para os sempre presentes "mascarados" que a transforma, também como sempre, em baderna e vandalismo, pois não consegue parar para pensar em como manter sobre controle a minoria do tanto pior melhor. Os ilustres deputados não ficam atrás: tomam de assalto a mesa da Câmara, com seus cartarzinhos e impedem a continuidade dos trabalhos. Não satisfeitos ainda protagonizam a velha cena dos empurrões e pontapés no plenário.   Será que 25/30 mil militantes não são capazes de controlar a turma do quebra-quebra, totalmente previsíveis, mas que ontem foram além das provocações a polícia para tentar destruir, incendiando prédios públicos e vandalizando equipamentos e computadores, atirados pela janelas dos ministérios. Acham mesmo que os funcionários que fazem hoje faxina nos seus locais de trabalho e que passarão um bom tempo tend...

ABRINDO A TIME LINE ÀS BESTAS DO APOCALIPSE

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Prestes a publicar uma nova página no Face, como “Figura Pública”, me deparei com um velho dilema. Não foram poucas as vezes em que dei “likes”, alguns acompanhados de comentários solidários, para muitos amigos,   irritados com posts de conteúdo ofensivo, não só às suas ideias, como pela forma grosseira com que se referem a qualquer um que lhes ofereça um contraditório. Fartos, decidiram não só apaga-los, como deletar, também, essas pessoas de suas vidas no Face. Eu mesmo, confesso, já fiz isso também. Mas, nesse momento, decidi ir em sentido contrário: vou abrir a minha página, assim como o Blog do Mena , para qualquer um que queira comentar qualquer coisa, mesmo correndo o risco de transformar a time line em um ringue. Preservarei a minha página pessoal, fechada aos amigos e familiares, com questões – digamos assim – mais brandas. A razão é, de certo modo, simples: Estamos perto, muito perto, de uma campanha eleitoral que será, com toda certeza, demasiadame...

STF UMA CORTE POLÍTICA –

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Pelo visto uma das estratégias utilizadas na Operação Lava Jato de utilizar as prisões preventivas para forçar as tais de delações está com os seus dias contados. Pelo menos no que depender dos ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski. O que há por trás do Gilmar? O que se observa é que, desde a morte do ministro Teori Zavascki, as decisões do STF tem ido de encontro, mais claramente, à política de prisões preventivas. Ao longo dos últimos anos, ao contrário do que começa a se desenhar, o STF adotou soluções jurídicas que deram suporte a Lava Jato. O que mudou agora, nas decisões mais recentes, capitaneadas pelo ministro boquirroto Gilmar Mendes? Toffoli: o fiel escudeiro O Supremo vai admitir que errou no passado? Não se espera muitas flexibilidades de uma corte suprema. Para funcionar adequadamente ela tem que funcionar com critérios jurídicos sólidos e o mais permanentes possíveis. Não dá para compreender e respeitar um Suprem...

COMO EDUCAR AS NOSSAS FILHAS PARA SEREM FEMINISTAS

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É um desafio e tanto, principalmente para evitarmos radicalismos ou ficarmos apenas num feminino light, que não leva a lugar nenhum. Num mundo onde as mulheres são constantemente discriminadas, recebem menos que os homens,   muitas ainda tendo de cumprir uma dupla jornada de trabalho e onde o tema igualdade de gênero, mais que nunca está em pauta, um pequeno livro (apenas 79 páginas) da consagrada escritora nigeriana Chimamanda Adichiei– PARA EDUCAR CRIANÇAS FEMINISTAS – UM MANIFESTO traz conselhos simples de como oferecer uma formação igualitária a todas as crianças, independentemente de gênero. No livro escrito, no formato de uma carta a uma amiga, que acaba de se tornar mãe de uma menina, Chimamanda lembra como é extremamente urgente discutirmos novas maneiras de criarmos os nossos filhos, preparando-os para serem pessoas melhores e a como enfrentarem, com sucesso, o mundo atual, cidadãos conscientes do que é preciso fazer para mudarmos a sociedade e fortalec...

VADIAR PARA PRODUZIR MAIS

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Executivos em geral, jornalistas e publicitários, entre muitos outros, são vítimas da produtividade de aparência e das reuniões improdutivas do mercado de trabalho. Até aí nenhuma novidade. Mas já tem gente contestando tudo isso e advogando o ócio produtivo. Pesquisas informais indicam que os dias de trabalho dos brasileiros são muito mais longos que seus pares em outros países. E, é claro, muito menos produtivos. Discute-se em longas reuniões assuntos que poderiam ser substituídas por uma simples troca de e-mails e outros recursos. A conexão eletrônica é outra vilã, ao invadir a vida pessoal com trabalho, na maior parte do tempo, com questões que poderiam, sem nenhum problema, ser tratado durante o expediente normal. A falto de foco é outro problema apontado para explicar, também, o tempo excessivo dos brasileiros no trabalho. Para quem estiver disposto a mudar de vida há alento. Lucia Guimarães, colunista do Estadão, que mora em Nova York, comentan...