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A INTERVENÇÃO FEDERAL NO RIO DE JANEIRO

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Uma jogada de marketing que pode colocar o presidente Temer, apesar das negativas, nas eleições deste ano? Vai servir, pelo menos para melhorar a aceitação do presidente e, por via de consequência, transforma-lo num player importante no processo eleitoral?   Como fica Bolsonaro, caso a intervenção seja bem sucedida, com a sua principal bandeira nas mãos do presidente? Sem conseguir que os seus feitos, reais, na economia, mel horem a sua aprovação, a segurança poderá alavancar índices positivos para Temer? Essas e outras questões, sobre a intervenção, estão abordadas no programa Fala Aí desta semana, por mim e pelo meu amigo, o jornalista José Américo. Clique no Link abaixo e assista  https://youtu.be/VmAEnZRHeeE

AFINAL, A QUEM OU A QUE SERVE DELTAN DALLAGNOL?

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Esse procurador da República fez nova aparição – para ser simpático – desastrada e ofensiva a democracia. Esse procurador, para reavivar memórias foi aquele que condenou o ex-presidente Lula usando um PowerPoint, onde Lula foi aparecia como chefe de quadrilha. O ineditismo, digamos assim, do devido processo legal e da condenação do ex-presidente, munido de apenas um PowerPoint não parece ter constrangido o procurador, que volta a cena agora para postar nas redes sociais mais um absurdo. Segundo o rapazinho “se cabem buscas e apreensões gerais nas favelas do Rio, cabem também nos gabinetes do Congresso. Aliás, as evidências existentes colocam suspeitas muito maiores sobre o Congresso, proporcionalmente, do que sobre moradores das favelas, estes inocentes na sua grande maioria”. Em tudo e por tudo esse procurador deveria calar a boca. Ninguém está colocando os inocentes moradores das favelas como criminosos. Como procurador Dallagnol deveria saber muito be...

A CONFUSA, PARA DIZER O MINIMO, PESQUISA ELEITORAL DO DATAFOLHA.

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Está aberta a temporada das tais pesquisas de intenção de voto e boa parte delas são confundem mais   do que esclarecem.  Um ótimo exemplo está na mais recente, divulgada pelo Data Folha, onde se pretende avaliar as candidaturas a Presidência da República. Pra começo de conversa são nada menos que oito cenários, onde entra todo mundo, inclusive gente que sequer manifestou a intenção de concorrer a Presidência. Difícil imaginar o que o pobre do entrevistado pensa realmente ao ter que dar tratos à bola para escolher suas possíveis preferências nesse cipoal de alternativas e muito menos o que se pode aferir desses resultados. Vamos ver para começar, o que deu na espontânea, aquela em que o entrevistador faz uma pergunta simples: sem apresentar os nomes dos possíveis candidatos Lula é citado, segundo a pesquisa, por 17% dos entrevistados (o mesmo resultado atingido em novembro passado) e Bolsonaro por 10% (dentro da margem do último lev...
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Como já aconteceu com outros veículos e meios de informação a morte do livro de papel foi anunciada há mais ou menos uma década. O assassino seria o livro eletrônico, o tal e-reader, que levaria as pessoas a abandonar os livros de papel. Contra todas as expectativa o livro de papel permanece firme e gozando de boa saúde. Segundo a consultoria Euromonitor, mais de 130 milhões de aparelhos foram vendidos mundo afora desde 2007 e após o pico de vendas em 2011 só fazem cair. No Brasil então que - diga-se de passagem não é exatamente uma liderança em leitura de livros, de papel ou eletrônico - os e-readers só conseguiu alcançar o patamar em 76,2 mil. Os motivos, para o fracasso da investida do e-readers começam pelo fato dos leitores não conseguirem se acostumar com a novidade. Os livros eletrônicos são frios, se comparados aos de papel, que tem, além da dimensão artística, tato e olfato, qualidades ainda muito apreciadas pelos leitores. O custo também influencia, já que se trata de um ...

CLASSE MÉDIA BRASILEIRA SÓ EM 2023 VOLTA AO PATAMAR DE 2014

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Nem nos bons tempos era fácil a vida da classe C O estudo, feito pela Tendências Consultoria Integrada é uma linha do tempo é um retrato da economia brasileira. Em 2015 e 2016 as classes C e D chegaram a mais de 4 milhões de famílias e só daqui há seis anos, em 2023, poderá retomar o patamar de participação, que alcançou em 2014, quando 28% dos lares brasileiros tinham renda mensal de R$.2.302 a R$5.552. É uma situação que se deve ao fim do crescimento econômico, puxado pela consumo e setor de serviços, que empregava principalmente mão de obra pouco qualificada, que não tem mais espaço. Em médio prazo, acredita-se que deve acontecer uma dinâmica mais concentradora de renda, segundo um dos economistas do instituto. Já no caso da chamada classe A, a estimativa é que ele recupere os seus rendimentos mais rapidamente, nesses próximos anos. Enquanto a classe C deve crescer a uma média anual de 2.3% até 2016, já para os mais ricos a velocidade deve estar em 4,1%. ...

POR QUE NÓS POSTAMOS? SÉRIE MOSTRA SEMELHANÇAS ENTRE BRASIL, ÍNDIA E CHINA

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Por que nós postamos? A pergunta norteou a série de livros  Why we post  do Departamento de Antropologia da University College London (UCL), no Reino Unido. Coordenada pelo antropólogo Daniel Miller, o esforço tem o ambicioso objetivo de mapear como as redes sociais estão mudando - e são mudadas - nos mais diferentes contextos em nove países, incluindo Brasil, China, Índia e Turquia.  "É interessante ver como há semelhanças entre grupos culturalmente tão distantes como brasileiros, indianos e chineses, e há distancia entre brasileiros pobres e ricos quando o tema são o uso das redes sociais", diz Juliano Spyer, responsável pelo livro brasileiro do conjunto." Ele diz que, enquanto as camadas médias e as elites de alguns dos países entendem que as mídias sociais distraem seus filhos das obrigações escolares, nos setores populares de Brasil, na Índia ou na China, " ver o filho na lan house   , de certo modo, representa um domínio de novas tecnologias que,...

AUMENTA NO BRASIL A INFLUÊNCIA DOS ROBÔS NO PROCESSO ELEITORAL

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(Via CMSI - Comunicação & Marketing - Soluções Integradas -   cmsi-solucoes.com ) O uso, cada vez maior de robôs nas eleições brasileiras, tem chamado a atenção de pesquisadores e alvo de estudos sobre a sua importância. A Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV/DAPP) tem divulgado alguns deles, uma fonte importante para entendermos como as chamadas “contas automatizadas” tem interferido com muita intensidade no debate político e no processo eleitoral.   Essas interferências, que muitos creditavam apenas aos acontecimentos registrados em outros países, já são objeto de preocupação das autoridades brasileiras, principalmente pela possibilidade de propagação de noticias “fakes”, mas a ameaça dos robôs é bem maior que isso. E vamos vê-los atuando, queiram ou não nossas autoridades, com muito vigor nas próximas eleições. O estudo da FGV revela que a maior ameaça das contas automatizadas está na manipulação dos debates nas redes sociais...